Roupas Sob Medida: Um Negócio Promissor

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Mesmo com a situação econômica do país ainda em recuperação, a confecção de roupas sob medida tem se mostrado um setor com muito potencial para quem pensa em investir ou abrir seu próprio negócio. O ramo tem sido presença constante no relatório anual de negócios promissores do SEBRAE, e há muitos motivos que ajudam a explicar esse potencial e confirmar a tendência observada pela instituição.

Exclusividade

Cada vez mais a demanda do consumidor é por experiências e produtos feitos sob medida, únicos, e com as roupas não é diferente. É impossível concorrer com as grandes marcas em vários aspectos, mas quando o assunto é exclusividade, são elas que não conseguem competir com uma confecção de roupas sob medida.

Ganho de prestígio

Há algumas décadas a costura era vista como uma atividade de segunda mão, de pouco prestígio, algo que vem mudando drasticamente. Um dos sinais que comprovam essa mudança é que muitas escolas de costura têm aumentado o número de alunos matriculados regularmente nos últimos anos.

Rentabilidade

O setor da confecção sob medida é muito versátil, tem muitos nichos, entre eles a moda praia, casual, trajes de gala…, mas independente do nicho, a busca por exclusividade faz com que os clientes estejam dispostos a pagar um pouco mais pela qualidade das peças e seu caráter único.

Vamos a alguns exemplos: uma blusa feminina feita sob medida pode ser vendida por preços que variam de   R$ 100 a R$ 150, enquanto um macacão pode chegar e um preço de venda de R$ 400. Quando pensamos em uma peça de valor sentimental como um vestido de noiva, um ateliê bem estabelecido pode chegar a cobrar em torno de R$ 20 mil por uma unidade.

Apesar do alto valor agregado de cada peça, começar um ateliê não requer investimentos “fora da realidade”. Uma boa máquina doméstica pode ser o suficiente para suprir as demandas de produção no período inicial de um negócio, dependendo do nicho escolhido. O caso da paulistana Helena Galves é um bom exemplo disso.

 

Em reportagem da revista “Pequenas empresas, grandes negócios”, ela conta que começou seu negócio de biquínis e peças íntimas usando apenas sua máquina doméstica, e hoje chega a faturar em torno de R$60 mil ao ano tendo como carro chefe a produção de biquínis sob medida.

A grande sacada de Helena foi desenvolver um sistema de encomendas que ajuda as clientes na hora de informar as medidas, o resultado é que a maioria delas se sente satisfeita com o resultado final das peças no corpo, continuam comprando e fazem a fama da confecção da Helena aumentar.

Escolher um bom nicho, conhecer alguns clientes, prestar um serviço de qualidade e exclusivo e planejar bem os gastos e tempo investido são os primeiros passos para, com pouco dinheiro conseguir explorar esse setor que além de muito divertido e prazeroso, pode virar sua profissão de maneira definitiva. Já parou para pensar nisso?

Com as máquinas Janome é possível.

Janome, apaixone-se!